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CLASSIFICADOS DE PROSTITUTAS E PUTAS

Garotas de Programa Acompanhantes SP RJ BH: COMO USAR CORRETAMENTE A CAMISINHA

- Coloque sempre a camisinha antes do início do sexo com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa em sp rj porto alegre Belo Horizonte Curitiba.

- Coloque a camisinha quando o pênis estiver duro antes de fazer sexo com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa em são paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba.

- Não deixe a camisinha apertada na ponta do pênis. Deixe um espaço vazio (2cm) na ponta da camisinha; ele vai servir de depósito para o esperma.

- Aperte o bico da camisinha até sair todo o ar. Cuidado para não apertar com muita força antes do sexo com as garotas de programa, acompanhantes, travesti ou garotos de programa sp rj bh. Para não estragar a camisinha.

- Encaixe a camisinha na ponta do pênis, sem deixar o ar entrar. Vá desenrolando até que ele fique todo coberto. Se ela não ficar bem encaixada na ponta ou se ficar ar dentro, a camisinha pode rasgar durante o sexo com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa sao paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba.

- Se a camisinha romper durante o sexo com suas garotas de programa, acompanhantes, travestis ou garotos de programa em são paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba, retire o pênis imediatamente e coloque uma nova camisinha para continuar a relação sexual com suas garotas de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa.

- Depois de gozar, retire o pênis quando ainda estiver duro.Quando o pênis começa a amolecer, a camisinha fica frouxa, permitindo que o esperma escape pela parte de cima.

- Retire a camisinha com cuidado: não deixe que ela escorregue, nem que o líquido seja derramado.

- Depois de retirada a camisinha, embrulhe-a em papel higiênico e jogue-a no lixo.

Atenção:

1 - Não se deve passar nada na camisinha. antes do sexo com suas garotas de programa, acompanhantes, travesti ou garotos de programa em são paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba. Se quiser que ela fique mais lisa na penetração durante o sexo com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa, use as já lubrificadas Garotas de programa. Em último caso, use apenas lubrirficantes à base de água.

2 - Use camisinha nova cada vez que fizer sexo com sua garota de programa sp, acompanhante sp rj, travesti ou garoto de programa.

3 - Guarde as camisinhas novas em lugar fresco e seco.

4 - As camisinhas que estiverem pegajosas, ressecadas ou estragadas não devem ser usadas durante o sexo com suas garotas de programa acompanhantes SP.

5 - Lave os órgãos genitais com água e sabão após o sexo.

Existe mais alguma informação importante sobre a camisinha que se deve saber?

Sim, é importante, também, saber outras informações sobre o uso da camisinha durante o sexo com sua garota de programa, acompanhante no rio, travesti ou garoto de programa são paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba:

1.Verificar o selo de garantia do INMETRO ( Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial) e a data de validade na embalagem do preservativo;

2. Use a camisinha com suas garotas de programa, acompanhantes, travestis ou garotos de programa sao paulo rio de janeiro porto alegre Belo Horizonte Curitiba desde o início até o final da penetração, não apenas na hora de ejacular (gozar);

3 . Use uma camisinha nova em cada relação sexual com suas garotas de programa, acompanhantes, travesti ou garoto de programa e só utilize uma de cada vez, pois o atrito entre duas camisinhas aumenta o risco de ruptura;

4. O uso regular de preservativo pode levar ao aperfeiçoamento na sua técnica de utilização com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa, reduzindo a freqüência de ruptura e escape e, conseqüentemente, aumentando a sua eficácia.
Estudos recentes demonstraram que o uso correto e consistente do preservativo masculino reduz o risco da infecção do HIV e outras DST durante a relação sexual com a garota acompanhante.

Quais são as dicas para usar a camisinha com maior segurança?

1. Se quiser que a camisinha fique mais lisa durante a penetração com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa, use lubrificante feitos à base d´água. Qualquer outra substância utilizada para lubrificar a camisinha durante o sexo com suas garotas de programa, acompanhantes, travesti ou garotos de programa provocará o risco de ruptura.

2. Use uma camisinha nova a cada sexo com sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa, e só utilize uma de cada vez, pois o atrito entre duas camisinhas aumenta o risco de ruptura no ato do sexo entre você e suas garotas de programa, acompanhantes, travestis ou garotos de programa sp.

3. Guarde as camisinhas em lugar fresco e seco.

4. As camisinhas que estiverem pegajosas, ressecadas ou estragadas não devem ser usadas no ato do sexo entre você e sua garota de programa, acompanhante, travesti ou garoto de programa acompanhante em São Paulo Belo Horizonte Curitiba.

Existem outros meios de se prevenir da aids?

A única barreira comprovadamente eficaz contra a transmissão sexual do HIV é o uso adequado da camisinha, masculina ou feminina. Seu uso correto e ininterrupto pode reduzir substancialmente o risco de transmissão do HIV e de outras DST.
O uso regular da camisinha leva ao aperfeiçoamento da técnica de utilização, reduzindo a freqüência de ruptura e escape, aumentando, conseqüentemente, sua eficácia.

Garotas de Programa. Ao se romper a camisinha deve-se interromper o sexo, lavar os órgãos genitais.

Deve-se estar atento a que, ao se comprar a camisinha?

Como a única proteção eficaz contra a aids é a camisinha, você deve ficar atento para comprar um produto que atenda a todas as normas do Regulamento Técnico de Qualidade (RTQ) brasileiro. Que impõe limites mínimos aos fabricantes para garantia de uso seguro. Para saber se o produto atende a essas normas, basta procurar na embalagem da camisinha o símbolo de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro). Apenas as marcas de camisinha com esse selo passaram por testes que garantem um bom produto.
É preciso atenção a esse detalhe, e também quanto ao prazo de validade da camisinha acompanhantes(também encontrado na embalagem) e seu uso correto.

As camisinhas podem ser adquiridas gratuitamente em serviços de saúde com autorização de distribuição, em atividades educativas/informativas ou comprados em farmácias e supermercado.

Garotas de Programa Acompanhantes e Garotas de Programa - uso do preservativo.

a.. O uso de preservativos torna-se cada vez mais necessário, sobretudo com a disseminação de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
É preciso facilitar o acesso aos preservativos para as pessoas que possuem contato com garotas de programa, baixar seus custos, promovê-los mais e ajudar a superar os obstáculos sociais e pessoais ao seu uso, se quisermos reduzir as enormes conseqüências e custos das ISTs e da gravidez indesejada.

Toda pessoa sexualmente ativa deve sempre usar preservativos durante o sexo com sua acompanhante, a não ser que tenha uma relação mutuamente monogâmica. Estima-se que 24 bilhões de preservativos deveriam ser usados a cada ano, mas o uso real é muito menor, de apenas 6 a 9 bilhões.

Para evitar a AIDS, mais e mais pessoas solteiras estão mudando seu comportamento sexual. Alguns passaram a evitar o sexo completamente, enquanto outros adotaram o uso de preservativos no sexo com suas agarotas de programa, acompanhantes, travestis ou garotos de programa.

Nos países pesquisados, de 5 a 33% dos homens que nunca se casaram disseram que começaram a usar preservativos para evitar a AIDS durante a relação com suas acompanhantes. Mas muitos outros não adotaram um comportamento sexual mais seguro. Verificou-se que o índice de uso de preservativos no sexo com suas garotas de programa, acompanhantes, travestis ou garotos de programa é menor entre casados do que entre solteiros sexualmente ativos, mas muitos casais também deveriam usar preservativos, como forma de planejamento familiar e para se protegerem contra as ISTs.  

b.. .Muito se tem feito nos últimos tempos para que as pessoas se previnam contra o uso de drogas. Mas também muito se tem feito, legal ou ilegalmente, para que elas sejam usadas. O resultado final é que as pessoas estão consumindo cada vez mais drogas. Usar drogas, significa em primeira instância, buscar prazer. É muito difícil lutar contra o prazer, porque foi ele que sempre norteou o comportamento dos seres vivos para se autopreservarem e perpetuarem sua espécie. A droga provoca o prazer que engana o organismo, que então passa a querê-lo mais, como se fosse bom. Mas o prazer provocado pela droga não é bom, porque ele mais destrói a vida do que ajuda na sobrevivência.
A prevenção tem de mostrar a diferença que há entre o que é gostoso e o que é bom.

Todo usuário e principalmente sua família têm arcado com as consequências decorrentes desse tipo de busca de prazer. Pela disposição de querer ajudar outras pessoas, parte da sociedade procura caminhos para previnir o maior mal evitável deste final de milênio garota de programa, acompanhante.


c.. Exploração Sexual é o meio pelo qual, o adulto em geral, tira proveito da inocência, da infância ou adolescência, quando em troca de favores sexuais, turismo sexual, incentivo à prostituição, rufianismo, pedofilia, obtém lucro financeiro. Exploração sexual é crime previsto no artigo 244 do Estatuto da Criança e do Adolescente.garotas de programa, acompanhantes.
Quem cometer o crime está sujeito a pena de 4 a 10 anos de reclusão, além da multa
.

 

O texto a seguir é uma entrevista feita pelo jornalista Márcio Maio com a da Rede Globo atriz e foi publicada no portal terra/gente TV. Reproduzo-o sem autorização, mas com a intenção de divulgá-lo a título de informação.

Camila Pitanga tem prazer em viver prostituta em 'Paraíso Tropical'

O visual sóbrio e o jeito tranqüilo de se movimentar mostram de cara que Camila Pitanga e sua personagem, a prostituta Bebel de Paraíso Tropical, estão anos-luz de distância uma da outra. Avessa aos exageros, a atriz precisou se livrar de alguns preconceitos antes de achar o tom certo na novela de Gilberto Braga.
Além de entender melhor os motivos que levam as mulheres a viver da prostituição, Camila está reaprendendo a fazer coisas que, para uma mulher de 29 anos, não deveriam ser incomuns.
"No início achei que ia apanhar muito para gravar com os saltos altos que a Bebel usa, mas estou me acostumando", se diverte.
Diversão, aliás, é a palavra que a atriz mais usa para definir o atual momento. O que no início era um peso, se transformou em uma grande brincadeira. Quando foi cogitada para o papel, Gilberto Braga temia que Camila não convencesse encarnando uma mulher vulgar e sem escrúpulos. A atriz chegou a ter o mesmo receio, mas a autoconfiança falou mais alto.
"Eu tinha de acreditar em mim. Hoje vejo as cenas e me divirto demais com o resultado", afirma.
Qual foi sua reação ao receber o convite para interpretar a Bebel?
De cara, fiquei apavorada. Reagi um pouco, com medo, e não aceitava esse lado ruim que ela tem. Ficava entusiasmada, mas sentindo um peso nas costas. Tive dúvidas se conseguiria convencer com as atitudes da Bebel. Além disso, eu julgava muito a minha personagem. Quando comecei a conhecer melhor o mundo das prostitutas, enxerguei finalmente a situação desarmada de preconceitos. Foi aí que a Bebel começou a ser construída.
Como foi essa preparação para começar a gravar as cenas?
Todo ator usa nos personagens o que observa no dia-a-dia. Nós, artistas, vivemos da observação. Agucei o foco em coisas que poderiam ter relação com a Bebel. Fiquei com a antena ligada em tudo que pudesse usar para encontrar o tom da personagem. Quando estava na Bienal de São Paulo, por exemplo, vi uma instalação da fotógrafa Virgínia Medeiros sobre travestis. Entre elas, havia uma chama da Bebel. Fiz contato com a artista e ela me mandou um DVD com um documentário que fazia parte dessa instalação. Na Barbarella, uma boate de prostituição de Copacabana, até procurei algo, mas não gostei. Tive orientação para as cenas de stripper de uma dançarina de lá, a Adriana, e isso me ajudou muito.
Como foi feita essa orientação?
Foi apenas um encontro. E nem aconteceu na Barbarella. O dono da La Cicciolina, ali do lado, abriu o espaço na véspera da gravação, à tarde, para a gente treinar. Fui macaco de imitação total. Fiquei ligada em exagerar, até porque a Camila faz as coisas em um tom e a Bebel, em três. Eu quase não ando de salto, mas só gravo de salto. Minha personagem é exagerada e eu tenho de segurar esse jeito. Se ela faz isso há anos, então dança de salto também. Esses cuidados são os mais difíceis para mim. A Adriana ficou em um palco e eu, no outro. Aos poucos, fui encontrando o meu jeito de dançar. O que me chamou atenção na Adriana é que ela consegue mostrar a bunda, o peito, de maneira sensual. Ela é especial entre todas as dançarinas que conheci. Mas o clima daqueles lugares não era o mesmo da Bebel.
Qual é o "clima" da Bebel?
Visitei a ONG Davida, formada pelas meninas da Daspu, e aí isso começou a se definir. Acho que ali foi o meu antes e depois para esse trabalho. Quebrei meus preconceitos, me livrei do estereótipo da prostituta coitada, lasciva... São pessoas com histórias diversas e vi que tinha de entrar a fundo no que era do caráter da personagem. A prostituição não é um detalhe, mas, na verdade, é só o trabalho dela. Caráter é outra coisa. Não posso me apegar ao ofício para idealizar quem é aquela mulher. A Bebel é metida, se acha melhor que as outras, é arrogante. Isso independe da profissão. Seria assim em qualquer outra área. Ela é uma jogadora ambiciosa, se camufla para poder ganhar alguma coisa.
O Gilberto Braga confessou que, no início, teve receio em entregar um personagem como a Bebel para você. Como se sentiu?
Eu mesma achei que pudesse demorar a achar o tom certo. Era um receio enorme, mas tinha de acreditar em mim. Não foi à toa que o Gilberto falou isso. Ele conversou comigo, disse que me achava muito princesa. Aí me explicou que a Bebel era uma puta, piranha no pior sentido da palavra, mulher da vida, rodada até dizer chega. Ainda não deu tempo para ter o retorno de público, mas assisto e me divirto. Quero aprimorar, mas aprecio meu trabalho. Não estou fazendo uma revolução, mas não me vejo fazendo feio.
Você foi elogiada pela coordenadora da ONG Davida, Gabriela Leite. Como recebeu essa notícia?
Fiquei muito feliz com o comentário dela, até porque é uma mulher que não precisa fazer média. Isso me dá gás para continuar seguindo esse caminho. A Bebel não é uma personagem confortável, fácil de fazer, mas já posso dizer que me dá muito prazer em cena. Ela é rápida, sai da prostituta abusada, tira a maquiagem e finge que é crente. Tem uma auto-estima invejável, chega a ser fascinante para as mulheres. Se algo der errado na personagem, vai ser por alguma besteira que eu faça. A Bebel é muito bem escrita, um prato cheio para qualquer atriz. Acho que vai ser uma personagem de sucesso na minha carreira.
É difícil lidar com o sucesso?
Hoje em dia, não. Mas quando comecei na televisão, aos 14 anos, tive pavor. Quando percebi o que estavam fazendo comigo, fiquei assustada. Eu era moleca, estava descobrindo minha feminilidade e as pessoas começaram a me usar como referência de sensualidade. Era um peso ruim porque eu chegava em lugares que já freqüentava antes com meu pai (o ator e diretor Antonio Pitanga) e virava um acontecimento. Eu rejeitava, achava aquilo totalmente equivocado. Meu pai era um ator importante no Cinema Novo e não tinha aquela recepção. Eu me sentia mal.
Você se sentia culpada por fazer mais sucesso que seu pai?
Meu pai foi uma pessoa muito importante para a cultura nacional. Ele foi uma das pessoas que, ao lado do Glauber Rocha, revolucionaram o modo de se fazer cinema aqui. Tenho consciência da importância do ator Antônio Pitanga, mas o Brasil é um país de memória curta. Isso me entristecia. Aliás, me entristece até hoje. A diferença é que agora tenho mais maturidade para entender isso. Eu não tinha noção do que era talento, nem mesmo sabia se queria ser atriz naquela época.
Quando você passou a procurar uma formação mais sólida?
A preocupação começou depois de um fracasso pessoal. Eu fazia a peça Orfeu Negro, no Teatro Municipal do Rio. O espetáculo foi um sucesso, mas sabia que estava fazendo tudo errado. Era inapropriado eu estar ali, com aquela responsabilidade e naquele lugar. Era um clássico do teatro brasileiro, insistiram para eu fazer, mas não estava preparada. Sofri muito. Entendi que, se eu queria continuar atuando, precisava de um domínio técnico. Resolvi estudar e entrei no curso de Artes Cênicas da Unirio, no Rio de Janeiro. Tomei gosto pelo teatro. Parece mentira, mas não foi minha estréia na TV que me fez pensar sério no trabalho.
Quando você estreou em Sex Appeal, em 1993, estava morando na favela. O que achou dessa experiência?
Foi uma mudança natural. A reforma da minha casa, em Jacarepaguá, parecia obra de igreja. Nós estávamos quebrando a casa e, quando percebemos, não havia um cômodo livre para que pudéssemos dormir. Comecei a ensaiar uma peça no Sérgio Porto e era muito mais fácil dormir no Leme. Para mim, era o Leme, não necessariamente o Chapéu Mangueira. Comecei a ficar e, quando vi, já estava morando na casa da Benedita (da Silva, secretária de Ação Social do Governo do Estado do Rio). Fiquei conhecida e as pessoas acharam isso pitoresco. Fiquei lá um ano e meio. Era um morro tranqüilo, mas saí por causa do tráfico de drogas.
Vaidade artística
A prática de esportes sempre esteve inserida na vida de Camila. Mas, com o convite para encarnar uma prostituta, a atriz se sentiu na obrigação de não se descuidar quando o assunto é alimentação e malhação. Tudo em favor da auto-estima.
"A Bebel se exibe muito. Se vou ter de mostrar meu corpo, que seja com dignidade", defende, às gargalhadas.
Durante o período de composição da personagem, Camila conheceu várias strippers e percebeu que todas as meninas que trabalham com isso acabam tendo um corpo mais definido. Mesmo assim, não pretende malhar mais do que o necessário. Para a atriz, não vale a pena colocar o corpo à frente da saúde.
"Não sou marombeira, não me vejo bem daquele jeito. Além disso, preciso trabalhar o texto e não tenho tempo para tudo", diz.
Para evitar que seu corpo mude, Camila varia os exercícios físicos que compõe seu horário de ginástica diário. A atriz ocupa esse tempo com hidroginástica, musculação e atividades aeróbicas, como corridas.
Entre amigas
Camila Pitanga sabe que a Bebel de Paraíso Tropical não foi escrita para ela. Inicialmente, a idéia de Gilberto Braga era ter Mariana Ximenes no papel, que recusou o convite alegando precisar de férias.
Amiga de Mariana, Camila se surpreendeu com a substituição e acabou trocando informações sobre o trabalho com a atriz.
"A Mariana ficou muito feliz por eu ter ficado com a personagem. Ela me ajudou bastante no início", lembra.
Essa é a primeira vez que Camila encara uma novela de Gilberto. O autor assistiu, há dois anos, à peça A Maldição do Vale Negro. Ao final do espetáculo, Gilberto conversou com Camila e disse que ela teria um papel em uma novela que estava escrevendo.
"Não sei que personagem era, mas estou muito feliz com a Bebel", conta.

Trajetória televisiva
Sex Appeal (Globo, 1993) - Vilma
Fera Ferida (Globo, 1993) ¿ Terezinha Fronteira
A Próxima Vítima (Globo, 1995) - Patrícia Noronha
Malhação (Globo, 1996) ¿ Alex
Pecado Capital (Globo, 1998) ¿ Ritinha
Porto dos Milagres (Globo, 2001) ¿ Esmeralda
Caramuru - A Invenção do Brasil (Globo, 2000) ¿ Paraguaçu
Pastores da Noite (Globo, 2002) ¿ Marialva
Mulheres Apaixonadas (Globo, 2003) ¿ Luciana
Belíssima (Globo, 2005) ¿ Mônica
Paraíso Tropical (Globo, 2007) ¿ Bebel.

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